O nosso encontro com a Aline será no dia 05 de dezembro de 2025, sexta-feira, das 12h às 13h10, via zoom, direto de Amsterdã.
Garanta sua vaga. Para participar, basta preencher o formulário e aguardar a confirmação. A participação é gratuita. As vagas são limitadas.
A conversa com a Aline inaugura uma série de conversas organizadas pelo Lab, chamada “Meu Ofício”.
Nossas convidadas têm trajetórias profissionais marcadas por apostas em segmentos de mercado e trabalho contemporâneos, ou seja, são mulheres pioneiras em seus ofícios. A agenda será compartilhada aqui no site do Lab, no perfil do #Labforgirls nas redes sociais e na nossa newsletter. Ah, se você quiser receber as atualizações por whatsapp, mande um email para gente.
A gente convidou a Aline porque ela tem uma história de vida e profissional peculiar, desafiadora e inspiradora.
E porque ela é uma pessoa incrível, daquelas que a gente quer ter sempre no radar. Tipo uma casinha lá no alto da montanha que serve de bússola.
A Aline é brasileira, mora em Amsterdã com a família há mais de uma década e lidera o time de design de produtos da Impala Studios, um dos estúdios mais renomados de desenvolvimento de aplicativos da Europa.
Ela vai contar pra gente como é trabalhar numa empresa que desenvolve aplicativos, um tipo de trabalho que para muita gente ainda é novidade, exerce fascínio e frio na barriga, mas tem muita oportunidade.
Vai falar também como é liderar um time multicultural e se relacionar com chefes e colegas em idiomas e culturas tão diferentes. E sobre as escolhas profissionais e de vida que teve que fazer.
A Aline é formada em Geografia pela USP. Dá para dizer que ela é uma geógrafa que usou os mapas para criar suas próprias rotas, mas o que sempre a tocou e instigou foi o trabalho criativo, o design, as imagens e boas histórias.
A Aline vai falar também sobre alguns altos e baixos que enfrentou no trajeto. Sobre decisões que teve que tomar para proteger sua saúde e sanidade e, também, sobre sua paixão por retratar o mundo para seus vários seguidores, através dos vídeos que cria para o seu canal no YouTube.
Aline Lickel no Lab
Dia 05/12/2025, das 12h às 13h10, via Zoom
As vagas são limitadas. A participação é gratuita.
Para participar, preencha o formulário neste link
A confirmação da vaga chegará por e-mail.
Por quê o Lab promove esses encontros?
O Lab existe para apoiar as mulheres na criação de carreira e caminhos. E para investir em habilidades e pilares críticos à nossa emancipação como segurança, orgulho, gentileza, técnica e conexões.
Que trabalho eu quero, posso ou devo fazer? é uma dúvida existencial que raramente desaparece da nossa mente ao longo da vida “adulta”. A gente precisa mexer nessa ferida. Afinal, quanto menor a angústia e o sofrimento, mais gostoso o percurso.
Sabemos bem que não existe sucesso sem dor. Certo? Mas o caminho não precisa ser tão árduo a ponto de nos atormentar com pesadelos e imobilizar.
O aspecto mais avassalador dessa interrogação dantesca: Que trabalho fazer? é que a gente se cobra por respostas e iluminação como se tivesse 100% de controle sobre nossos caminhos profissionais. Coisa que a gente não tem. Longe disso.
Uma parte muito pequena do que a gente faz no âmbito profissional, está nas nossas mãos. Tomar iniciativa, se colocar no jogo, estudar, se relacionar. Tudo isso depende da gente.
O resto, depende de muitas variáveis. Para citar apenas algumas: sorte, oportunidade e privilégio, foco, intenção, nível de obstinação, gênero, raça e classe social, nível de oferta de emprego e maturidade de determinado tipo de indústria, comércio ou serviço onde moramos, necessidade versus vontade… E por aí vai.
Para as introspectivas, que preferem lidar sozinhas com os fantasmas, o tema pode tirar o sono e afetar a saúde, os relacionamentos e o metabolismo.
Já para quem prefere dividir as aflições, o tema “trabalho” pode sequestrar as sessões de análise, de mentoria, os papos com amigos no bar, o almoço de domingo com os avós, a carona com pai, mãe e, em tempos recentes, o lero lero com chatbot de inteligência artificial.
O LabForGirls organiza essas conversas para inspirar e iluminar um pouco o caminho de quem se vê diante desse gigantesco ponto de interrogação num momento de transformações profundas no mundo.
Nossas convidadas ocuparam ou ocupam posições ainda pouco exploradas por mulheres. E topam desafios que podem custar seu pescoço, ops, seu trabalho.
Elas toparam apostas que exigiram ora uma postura firme para se impor, ora uma atitude de resiliência ou “let it be” para manter a sanidade.
E que, em certa medida, conseguiram equilibrar hobbies, períodos de jornadas mais curtas de trabalho (com remuneração prejudicada), licenças por questões de saúde, para cuidar da família, ou, simplesmente, para desligar as antenas.
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